sábado, 29 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
QUEM CONTROLA NOSSO SOFRIMENTO?
“Disse ainda o SENHOR: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo...”. Êxodo 3.7 =>
Pelas circunstâncias podemos duvidar da soberania de Deus em relação ao sofrimento que enfrentamos. Porém, é mister observarmos como Ele trata esta questão conosco. Não sofremos como vítimas do acaso. Nem experimentamos o amargor da dor por fatalidade ou coincidência. Deus tem um propósito em permitir-nos o sofrimento. Algo supremamente maior nos será dado em detrimento à consternação. Não importa se ainda não sabemos o que ganharemos, importa em sabermos que compensa o que perdemos ou percamos. A recompensa que receberemos compensa o que perdermos (Rm 8.18). Que recompensa seria esta? O que seria tão compensador pelo sofrimento?
Quando o povo estava no Egito, como escravos de um soberano perverso, o Faraó, ele recebeu mensagens daquele que é o Soberano sobre o Egito e toda a Terra e todo o universo: Deus! “Certamente”, quer dizer “não há dúvidas”, Deus diz, “vi a aflição”. Não alimente dúvidas sobre Deus, Ele afirma que está te vendo aflito. Mais que isso: “Ouvi o seu clamor”. O Soberano também ouviu atentamente sua oração. Mas, também, além de ver e ouvir, Ele conhece o seu sofrimento. Ele sabe o que é sofrer, padecer necessidades, suportar tentações e ser provado e aprovado pelo fogo. O conhecimento de causa dEle não é meramente intelectual ou emocional, mas é experimental, pois não ficou do Alto e Sublime trono apenas contemplando o sofrimento do povo, mas Ele desceu até o povo. O sofrimento do povo israelita fez Deus descer para livrá-los. O sofrimento do povo escolhido de Deus fez o Deus-Homem descer ao mundo para sofrer, morrer e ressuscitar para livrá-lo. Ele desceu para te livrar. Este Deus-Homem é Jesus. “Se com ele sofremos, com ele também seremos glorificados” (Rm 8.17.b). Ele, Jesus, é a recompensa que compensa o sofrimento! Portanto, ouçamos a Deus através do Grupo Logos: “Meu servo não temas, não temas, pois eu te escolhi, sei que é difícil, mas, confia em mim, confia em mim, e então, tu verás o meu poder”. - - ---
Pr. João Duarte
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
PASTOR E POLÍTICA
EM ÉPOCA DE CAMPANHA POLÍTICA VALE A PENA VER DE NOVO O QUE O CÓDIGO DE ÉTICA DO OBREIRO DA AICEB DIZ A RESPEITO:
Das Relações Político – Partidário
Art. 16. São deveres do obreiro em suas relações político – partidário:
I. Trabalhar na formação política de sua Igreja, a fim de desenvolver osenso crítico à luz da ética e das Escrituras Sagradas;
II. Combater qualquer concepção política que rapte o direito do povo naparticipação e decisão dos destinos da nação, defendendo sempre o estadodemocrático de direito;
III. Contribuir para a boa administração da coisa pública, por possuir pelaautorização da lei, deveres como qualquer outro cidadão.
Art. 17. São direitos do obreiro em suas relações político – partidária:
I. Tomar parte na administração pública, por sua condição de cidadão eestar garantido e protegido por lei;
II. Filiar-se a qualquer agremiação ou partido político cuja ideologia nãoseja incompatível com a Bíblia e a ética do obreiro da AICEB;
III. Concorrer a cargos eletivos do executivo ou legislativo, desde quenão seja conflitiva com suas funções de obreiro;
IV. Assessorar ou ser conselheiro espiritual de governantes ou membrosdo legislativo em qualquer esfera do poder, desde que não fira a ética do obreiroda AICEB;
V. Pronunciar-se do púlpito ou fora dele contra qualquer medida injusta,considerando que é portador da palavra profética e condena qualquer tipo deinjustiça;
VI. Participar de fóruns de debates sobre problemas públicos tais como:
Educação, Saúde, Segurança, Transporte, Moradia, Emprego, Meio Ambiente eoutros.
Parágrafo único – O obreiro ao concorrer a cargos eletivos deverá licenciar-se.
Art. 18. É defeso ao obreiro da AICEB:
I. Negociar os votos dos membros de sua Igreja com qualquercandidato sob qualquer pretexto;
II. Dar apoio político a qualquer candidato em nome da igreja, sem adecisão da assembleia da Igreja;
III. Desrespeitar a consciência política dos membros da igreja quanto asua convicção política ou partidária e seu voto;
IV. Ceder o púlpito da Igreja para propaganda políticaindependentemente da ideologia política ou religiosa do candidato.
CASAMENTO, DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO
ESTAMOS TRABALHANDO NUMA DEFINIÇÃO SOBRE ESTE TEMA QUE SERÁ ELABORADO E APROVADO NO CONGRESSO NACIONAL DE OBREIROS.
CASAMENTO, DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO.
A AICEB, usando de sua liberdade religiosa e liberdade de se expressar, sendo submissa a Deus que instituiu o casamento, às Sagradas Escrituras e à sã consciência, declara sua posição firme e amorosamente a respeito do casamento, divórcio e novo casamento.
Cremos e declaramos que:
1. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil heterossexual , apenas entre uma pessoa do sexo masculino e a outra do sexo feminino. Apenas entre um homem e uma mulher. Este é o princípio divino para todas as épocas, culturas e lugares (Gn 2.24; Lv 18.22; Rm1. 24-28). Definitivamente não aceitamos a violência ou atitudes depreciativas que firam as pessoas. Porém, somos veementemente contra todo pecado que fira os princípios da Palavra de Deus e a constituição da família;
2. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil monogâmica , apenas entre um só homem e uma só mulher. O casamento monogâmico foi instituído por Deus na criação (Gn 2.24), sancionada na lei (Dt 17.17) e reafirmada na graça (1Co 7.2) . A poligamia descrita no Antigo Testamento procede de desobediência contra Deus, que inclusive, trás sérias consequências aos que a praticou (1Rs 11.4). Portanto, tanto a poligamia (união de um homem e várias mulheres), quanto apoliandria (uma mulher ter vários homens) é inaceitável diante de Deus e da igreja;
3. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil monossomática , em que o homem e a mulher tornam-se uma só carne para juntos desfrutarem-se sexualmente de forma santa, pura e altruísta.
4. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil indissolúvel , onde a separação só pode ocorrer pela morte (Mt 19.6; Rm 7.2; 1 Co 7.39).
5. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil e odeia o divórcio (Malaquias 2.16). O divórcio só pode ser tolerado em duas possibilidades:
1) Em caso de relações sexuais ilícitas, infidelidade conjugal (Mateus 19.9);
2) Em caso de abandono irrecuperável (1 Coríntios 7.15);
Apenas o cônjuge traído ou abandonado pode divorciar-se e contrair um novo casamento. O cônjuge infiel não pode casar-se novamente, senão constitui-se em adultério. Nenhum homem, autoridade civil ou religiosa, pode separar o que Deus uniu. Mesmo que a lei do país permita, o que permanece é o princípio divino;
O cônjuge que ficar viúvo também tem liberdade para casar-se novamente, desde que seja no Senhor.
O casamento realizado antes da conversão dos cônjuges é reconhecido por Deus, assim como reconheceu o casamento de Herodes e de seu irmão (Mc 6.18);
O divórcio ocorrido ainda nos tempos da ignorância deve ser visto com cautela por aqueles que se converteram e desejam casar-se novamente (Lv 4.2; At 17.30);
O casamento bem-aventurado será aquele que for feito sem prejuízos morais, éticos e espirituais. Ele deve ser entre um homem crente e uma mulher crente, da mesma fé, da mesma crença em Cristo Jesus, sem jugo desigual, para que haja harmonia e benção (Am 3.3);
O casamento deve ser entre pessoas que não são parentes próximos. O casamento não pode ser incestuoso;
ABORTO - O QUE DEVEMOS DIZER A RESPEITO
ABORTO
A Igreja Cristã Evangélica execra todo e qualquer tipo de aborto voluntário. Diante da observação obediente da Palavra de Deus, da preservação da vida e da autoridade do Criador, só temos a declarar:
Cremos que:
1. A formação da vida no útero é obra de Deus – Sl 139.13; Jó 31.13-15;
2. A Bíblia trata os fetos da mesma maneira que os bebês – Gn 25.22; Lc 1.44; 2.12; Êx 21.22-25;
3. Deus ordenou: “Não matarás” (Êx 20.13). O verbo “matar” aqui é “ratsah”, no original hebraico, e significa morte violenta, assassinato. Essa palavra não é usada em tempos de guerra ou morte por execução judicial. Em Números 35.18 vemos: “o homicida será morto”. A palavra homicida é ratsah (assassino), enquanto que “morto” vem da forma hiphil de mut, que indica ser execução legal. Vemos na Bíblia que Deus partilha com autoridades civis dos seus direitos à vida (Rm 13.1-7), mas nunca contra nascituros inocentes.
4. A Bíblia combate o derramamento de sangue inocente – Sl 106.38; Jeremias 22.3;
5. A Bíblia fala da proteção, provisão e vingança de Deus a favor dos mais fracos e vitimados da comunidade – Sl 82.3,4 a; Êx 22.21-24; Sl 68.5;94.5,23;
6. A Bíblia ensina que Deus manifesta seu poder gracioso por meio do sofrimento das pessoas e não apenas ajudando-as a evitar a dor. Isso combate a ideia dos partidários do aborto ao julgarem que a sobrevivência muito difícil, ou mesmo trágica de um ser humano, no caso do feto com problema de formação, seja o mal maior que tirar a vida. Dizem que matando o feto evitará o sofrimento da mãe – Rm 5.3-5; 8.18; At 14.22; Tg 1.3,4; Hb 12.3-11. Enfim, se dizem que tirar a vida é um mal menor que o sofrimento que o feto e a mãe poderiam enfrentar é dizer que são mais sábios do que Deus.
7. A Bíblia condena a ideia de o aborto favorecer as crianças levando-as logo ao céu – Rm 6.1; 3.8;
8. A Bíblia ordena socorrer os que estão sendo levados à morte – Pv 24.11-12;
9. A Bíblia registra a admoestação de Jesus aos que tentavam impedi-las de chegarem a Ele (Lc 18.15,16). A palavra“criança” usada neste texto é a mesma de Lc 1.41,44 quando fala da criança em gestação no útero de Isabel. Isso mostra que tanto faz uma criança de colo como uma criança no útero, Deus as considera pessoas vivas. Veja também Mc 9.36,37;
10. A Bíblia garante Deus como o Criador e dono do direito de dar e tirar a vida – Jó 1.21;
sábado, 30 de junho de 2012
BOLETIM INFORMATIVO DO DNO
DEPARTAMENTO NACIONAL DE OBREIROS
À IGREJA CRISTÃ EVANGÉLICA – AICEB
São Luís – MA, 10,11 de Maio de 2012
Amados irmãos, graça e paz – Fp 1,2
O Departamento Nacional de Obreiros da
AICEB, em sua reunião nos dias 10 e 11 de Maio, por conta do que preceitua o
art. 32, inciso 9º decidiu informar as
igrejas e campos da AICEB, os passos e procedimentos normais de como fazer para
convidar um novo pastor:
1. A igreja deverá informar ao
Departamento de Obreiros da Região sua necessidade de outro pastor;
2. A igreja ou campo não deverá convidar
obreiro sem antes consultar o DRO;
3. A igreja ou campo deverá solicitar ao
Departamento Regional de Obreiros, listagem com nomes de obreiros da AICEB que
estejam disponíveis;
4. A igreja deverá enviar ao DRO e à
Diretoria Regional cópia da carta convite enviada ao obreiro que está sendo
contratado;
5. Caso se concretize o convite ao
obreiro, a igreja deverá enviar carta de solicitação de posse à Diretoria
Regional e DRO.
Diante do exposto, informamos as
igrejas e Campos Missionários da AICEB, que não poderá convidar obreiro que não
esteja totalmente regularizado junto ao quadro de obreiros da AICEB, sendo
necessário consultar seu Departamento de Obreiros em sua Região.
Na certeza de estarmos contribuindo
para o bem estar desta igreja, desejamos as bênçãos do Senhor!
Pelo
DNO - Pr. Jareci Pereira Cabral
BOLETIM INFORMATIVO DNO
Na reunião ordinária do
Departamento Nacional de Obreiros realizada na Região Maranhense, mais precisamente
nas dependências do Seminário Cristão Evangélico do Norte - SCEN, nos dias dez
e onze de Maio de Dois Mil e doze (10 e 11/05/2012). Estiveram presentes: Pr.
Jareci Pereira Cabral (presidente), Pr. João Duarte de Alencar (secretário),
Pr. Roberto de Melo Manso (tesoureiro), Pr. Rui Guilherme Rocha (presidente DRO
Amazônia Ocidental). Iniciou-se às dez horas e tivemos a seguinte pauta:
Devocional com o Presidente Pr. Jareci Pereira Cabral lendo e aplicando o texto
de 1 Tessalonicenses 5.15-18; Leitura da Ata anterior; Congresso Nacional,
discutindo valor do investimento, Preletor e logística; carteiras de obreiros;
Manual do Obreiro da AICEB; Calendário de Reunião do DNO; Planilha orientando
igrejas sobre convite de Obreiros e outros assuntos:
Na ordem:
- Congresso Nacional de Obreiros:
a. O DNO
e o DNM estarão juntos no Congresso,
no intuito de viabilizarmos um evento de interação entre obreiros de
igrejas e missionários transculturais;
b. Tema: “O Ministério Pastoral no Contexto
Atual”. Divisa:
1Tm 3.9;
c. Local: Belém do Pará, mais precisamente nas
dependências do Seminário Palavra da Vida Norte, Benevides;
d. Data: 1 a 4 de Novembro de 2012, dando
início à noite do dia 1º e concluindo no dia 4 após o almoço;
e. Quanto aos assuntos do fórum
sobre: “homossexualismo”, “aborto” e “divórcio e novo casamento”:
·
Decidido
solicitar dos DRO’s material sobre os assuntos para serem enviados ao DNO até
10 de Setembro deste ano. Cada departamento poderá montar comissões com pessoas
especializadas nas referidas áreas;
f. Quanto aos Preletores:
Preletor Oficial:
·
Rev.
Gary Parker – Diretor Regional do Palavra da Vida
·
Palestrante:
Missionária Antônia Leonora
g. Quanto ao investimento: R$ 160,00 de
forma integral. Ou com pré-inscrição R$ 150,00. A pré-inscrição é no valor de
R$ 50,00 até 30 de Agosto de 2012 e o restante até a data do Congresso. O
comprovante da pré-inscrição deverá ser informado e apresentado no Congresso. A
pré-inscrição deverá ser enviada às contas da AICEB e avisada ao Tesoureiro:
Sr. Aquiles de Sousa via telefone (pode
ligar a cobrar se desejar) (98) 3245-6699
Banco
do Brasil – Ag
1638-1 Conta Corrente: 27.322-8
Banco
Bradesco - Ag 1.167-3
Conta Corrente: 21.013-7
- Carteira de Obreiros:
·
Decidido
encaminhar modelo de Carteira de Obreiro aos DRO’s, cujos
ficarão responsáveis pela produção das mesmas. Observa-se que o número de ordem
será extinto e as datas de vencimento devem ser anotadas somente aos
provisionados, licenciados e autorizados.
- Manual de Obreiros: Foi decidido formar uma comissão e logo depois foi nomeada a mesma pelo Presidente para elaborar o projeto do Manual de Obreiros da AICEB: Pr. Rui Guilherme Rocha, Pr. João Duarte e Pr. Roberto Melo Manso.
- Calendário de Reunião do DNO:
O DNO e respectivos
presidentes regionais reunir-se-ão nos dias 22 e 23 de Setembro de 2012 na cidade de
Breves - PA;
Registra-se a
obrigatoriedade dos presidentes regionais nas reuniões do DNO. Caso não seja
possível, avisar previamente.
- Planilha Orientando Igrejas sobre convite de obreiros:
·
Decidido
enviar às igrejas da AICEB, planilha contendo diretrizes para convite de obreiro
ao ministério de igreja local.
- Visto que não estamos inteirados das decisões informadas no Boletim Informativo da Aliança de Dezembro de 2011 no que concernem as decisões número 1, 2. E Boletim de Março de 2012, decisão número 4. Foi decidido solicitar à Diretoria Geral e demais órgãos competentes os processos disciplinares dos seguintes obreiros para serem apreciados por este Departamento:
·
Salathiel
Aranha Viterbino;
·
Ramalho
Dantas da Silva;
·
Raimundo
Nonato Medeiros;
- Solicitar que os DRO’s convoquem obreiros inativos a se regularizarem junto aos seus Departamentos Regionais;
- Decidido abertura de um Blog do DNO, sob a responsabilidade do Pr. João Duarte.
- Decidido solicitar a supressão do art. 27 inciso 4º do Regimento Interno que trata do exame exigido para o licenciamento;
Pelo DNO:
Pr. Jareci Pereira Cabral –
tel.: (99) 9132-7930
Pr. João Duarte de Alencar - tel.: (91) 9152-8254
Gary Parker
sábado, 12 de maio de 2012
REUNIÃO DO DNO EM SÃO LUÍS - MA
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.464813680200434.124639.100000154189261&type=3
Em breve, notícias e decisões do DNO e sobre o Congresso Nacional de Obreiros!!!
Em breve, notícias e decisões do DNO e sobre o Congresso Nacional de Obreiros!!!
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