"Paulo,
apóstolo de Cristo Jesus, pelo mandato de Deus, nosso Salvador, e de Cristo
Jesus, nossa esperança"
1 Tm 1.1
Há
momentos que no ministério sobrevêm dúvidas a respeito do chamado? Às vezes
impulsionados pelo pouco "sucesso" chegamos a duvidar se estamos
mesmo no lugar certo, agindo certo, ou até se
estamos correspondendo com as ''expectativas''? As dificuldades
financeiras ou outros problemas familiares têm nos desanimado? A falta de
aprendizado dos nossos ouvintes, membros de igreja, tem causado tristeza e
mágoas, devido maus relacionamentos, práticas anti-cristãs e farisaicas por
parte de alguns ''bodes'' ou ''lobos''
inseridos no meio do rebanho? Para enfrentar tudo isso e coisas semelhantes
precisamos de uma segura esperança.
As
pessoas normalmente fazem um curso preparatório para escolher sua ''profissão''
com mais segurança. Tentam escolher bem para que não se arrependam mais tarde e
exerçam sua profissão só como meio de sobrevivência, mas, como algo agradável e
edificante.
Com
aquele que foi chamado ao ministério é
semelhante no ponto de haver certeza do seu chamado. Mas se distingue pelo que
o ministério não é uma profissão. Certamente por não compreender esta diferença, muitos que se dizem ministros
do evangelho estão profissionalizando o púlpito.
A
obra ministerial exige de nossa parte perseverança, e para isso é essencial a
convicção de que o chamado e a capacitação procedem do Senhor, embora use
diversos meios.
Por
isso Paulo enfatizou que foi chamado para ser
''apóstolo" de Cristo. Ele não cumpre esta função por mandato de
homens, igreja ou denominações, mas de DEUS e do próprio Cristo Jesus. Com esta
firme convicção guardada em nossas mentes e corações estaremos longe de
frustrações na nossa vida cristã e ministerial. Então, precisamos perceber que:
·
Não
se entra no ministério porque o pai ou a mãe escolheu isso;
·
Nem
porque acabaram as ofertas de emprego, e
como é difícil passar no vestibular para um curso melhor, se escolhe o
Seminário, que é mais fácil;
·
Não
se engaja no ministério só porque a igreja gostou do pastor e resolveu
''chamá-lo'';
·
Nem
se entra no ministério para receber aplausos do povo. A crítica pode nos ajudar
mais que elogios;
·
Não
se entra no ministério por causa de dinheiro;
·
Nem
só para sustentar a família;
·
Não
se entra no ministério para ser o mais importante do povo;
·
Não
se entra no ministério pela sua própria vontade, mas pela de DEUS efetuada em
nós;
·
Não
se entra no ministério para obter ''sucesso numérico, financeiro, ou material a
qualquer custo. Mesmo que isso venha naturalmente em tão somente sermos fiéis à
PALAVRA DE DEUS;
·
Não
entramos no ministério para cumprir um propósito de realização profissional ou
pessoal, mas sim, para cumprir a vontade dAquele que nos arregimentou;
·
Não
entramos no ministério porque já somos plenamente capacitados, mas porque
estamos sendo.
Queridos
colegas, ''se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja''. - 1Tm 3.1.
Nada, nenhum ''outro ramo'' mais compensa em nossas vidas, se realmente somos
aspirados. Assim como também não compensa insistir se não o somos.
Precisamos
amadurecer nossas convicções a respeito do nosso chamado ao ministério. Isso
nos animará e fortificará ante às necessidades, adversidades, provações e
tentações da vida. Cristo se encarrega
de interceder a nosso favor, pois fomos chamados para Ele, por meio dEle. O
grande DEUS tem confiado em nossas mãos
os elementos necessários para continuar exercendo eficazmente o nosso
ministério. Portanto, não temas, foi o SENHOR
quem te enviou. Esforça-te e tem bom ânimo e pregue a PALAVRA DE DEUS e
não a negocie por nada.
Que
Deus em Cristo, nosso Senhor, nos abençoe com seu Santo Espírito aplicando
costumeiramente sua riquíssima graça e misericórdia pela BÍBLIA.
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