quarta-feira, 5 de setembro de 2012

CASAMENTO, DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO

ESTAMOS TRABALHANDO NUMA DEFINIÇÃO SOBRE ESTE TEMA QUE SERÁ ELABORADO E APROVADO NO CONGRESSO NACIONAL DE OBREIROS. CASAMENTO, DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO. A AICEB, usando de sua liberdade religiosa e liberdade de se expressar, sendo submissa a Deus que instituiu o casamento, às Sagradas Escrituras e à sã consciência, declara sua posição firme e amorosamente a respeito do casamento, divórcio e novo casamento. Cremos e declaramos que: 1. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil heterossexual , apenas entre uma pessoa do sexo masculino e a outra do sexo feminino. Apenas entre um homem e uma mulher. Este é o princípio divino para todas as épocas, culturas e lugares (Gn 2.24; Lv 18.22; Rm1. 24-28). Definitivamente não aceitamos a violência ou atitudes depreciativas que firam as pessoas. Porém, somos veementemente contra todo pecado que fira os princípios da Palavra de Deus e a constituição da família; 2. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil monogâmica , apenas entre um só homem e uma só mulher. O casamento monogâmico foi instituído por Deus na criação (Gn 2.24), sancionada na lei (Dt 17.17) e reafirmada na graça (1Co 7.2) . A poligamia descrita no Antigo Testamento procede de desobediência contra Deus, que inclusive, trás sérias consequências aos que a praticou (1Rs 11.4). Portanto, tanto a poligamia (união de um homem e várias mulheres), quanto apoliandria (uma mulher ter vários homens) é inaceitável diante de Deus e da igreja; 3. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil monossomática , em que o homem e a mulher tornam-se uma só carne para juntos desfrutarem-se sexualmente de forma santa, pura e altruísta. 4. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil indissolúvel , onde a separação só pode ocorrer pela morte (Mt 19.6; Rm 7.2; 1 Co 7.39). 5. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil e odeia o divórcio (Malaquias 2.16). O divórcio só pode ser tolerado em duas possibilidades: 1) Em caso de relações sexuais ilícitas, infidelidade conjugal (Mateus 19.9); 2) Em caso de abandono irrecuperável (1 Coríntios 7.15); Apenas o cônjuge traído ou abandonado pode divorciar-se e contrair um novo casamento. O cônjuge infiel não pode casar-se novamente, senão constitui-se em adultério. Nenhum homem, autoridade civil ou religiosa, pode separar o que Deus uniu. Mesmo que a lei do país permita, o que permanece é o princípio divino; O cônjuge que ficar viúvo também tem liberdade para casar-se novamente, desde que seja no Senhor. O casamento realizado antes da conversão dos cônjuges é reconhecido por Deus, assim como reconheceu o casamento de Herodes e de seu irmão (Mc 6.18); O divórcio ocorrido ainda nos tempos da ignorância deve ser visto com cautela por aqueles que se converteram e desejam casar-se novamente (Lv 4.2; At 17.30); O casamento bem-aventurado será aquele que for feito sem prejuízos morais, éticos e espirituais. Ele deve ser entre um homem crente e uma mulher crente, da mesma fé, da mesma crença em Cristo Jesus, sem jugo desigual, para que haja harmonia e benção (Am 3.3); O casamento deve ser entre pessoas que não são parentes próximos. O casamento não pode ser incestuoso;

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