sexta-feira, 21 de setembro de 2012

QUEM CONTROLA NOSSO SOFRIMENTO?

“Disse ainda o SENHOR: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo...”. Êxodo 3.7 => Pelas circunstâncias podemos duvidar da soberania de Deus em relação ao sofrimento que enfrentamos. Porém, é mister observarmos como Ele trata esta questão conosco. Não sofremos como vítimas do acaso. Nem experimentamos o amargor da dor por fatalidade ou coincidência. Deus tem um propósito em permitir-nos o sofrimento. Algo supremamente maior nos será dado em detrimento à consternação. Não importa se ainda não sabemos o que ganharemos, importa em sabermos que compensa o que perdemos ou percamos. A recompensa que receberemos compensa o que perdermos (Rm 8.18). Que recompensa seria esta? O que seria tão compensador pelo sofrimento? Quando o povo estava no Egito, como escravos de um soberano perverso, o Faraó, ele recebeu mensagens daquele que é o Soberano sobre o Egito e toda a Terra e todo o universo: Deus! “Certamente”, quer dizer “não há dúvidas”, Deus diz, “vi a aflição”. Não alimente dúvidas sobre Deus, Ele afirma que está te vendo aflito. Mais que isso: “Ouvi o seu clamor”. O Soberano também ouviu atentamente sua oração. Mas, também, além de ver e ouvir, Ele conhece o seu sofrimento. Ele sabe o que é sofrer, padecer necessidades, suportar tentações e ser provado e aprovado pelo fogo. O conhecimento de causa dEle não é meramente intelectual ou emocional, mas é experimental, pois não ficou do Alto e Sublime trono apenas contemplando o sofrimento do povo, mas Ele desceu até o povo. O sofrimento do povo israelita fez Deus descer para livrá-los. O sofrimento do povo escolhido de Deus fez o Deus-Homem descer ao mundo para sofrer, morrer e ressuscitar para livrá-lo. Ele desceu para te livrar. Este Deus-Homem é Jesus. “Se com ele sofremos, com ele também seremos glorificados” (Rm 8.17.b). Ele, Jesus, é a recompensa que compensa o sofrimento! Portanto, ouçamos a Deus através do Grupo Logos: “Meu servo não temas, não temas, pois eu te escolhi, sei que é difícil, mas, confia em mim, confia em mim, e então, tu verás o meu poder”. - - --- Pr. João Duarte

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PASTOR E POLÍTICA

EM ÉPOCA DE CAMPANHA POLÍTICA VALE A PENA VER DE NOVO O QUE O CÓDIGO DE ÉTICA DO OBREIRO DA AICEB DIZ A RESPEITO: Das Relações Político – Partidário Art. 16. São deveres do obreiro em suas relações político – partidário: I. Trabalhar na formação política de sua Igreja, a fim de desenvolver osenso crítico à luz da ética e das Escrituras Sagradas; II. Combater qualquer concepção política que rapte o direito do povo naparticipação e decisão dos destinos da nação, defendendo sempre o estadodemocrático de direito; III. Contribuir para a boa administração da coisa pública, por possuir pelaautorização da lei, deveres como qualquer outro cidadão. Art. 17. São direitos do obreiro em suas relações político – partidária: I. Tomar parte na administração pública, por sua condição de cidadão eestar garantido e protegido por lei; II. Filiar-se a qualquer agremiação ou partido político cuja ideologia nãoseja incompatível com a Bíblia e a ética do obreiro da AICEB; III. Concorrer a cargos eletivos do executivo ou legislativo, desde quenão seja conflitiva com suas funções de obreiro; IV. Assessorar ou ser conselheiro espiritual de governantes ou membrosdo legislativo em qualquer esfera do poder, desde que não fira a ética do obreiroda AICEB; V. Pronunciar-se do púlpito ou fora dele contra qualquer medida injusta,considerando que é portador da palavra profética e condena qualquer tipo deinjustiça; VI. Participar de fóruns de debates sobre problemas públicos tais como: Educação, Saúde, Segurança, Transporte, Moradia, Emprego, Meio Ambiente eoutros. Parágrafo único – O obreiro ao concorrer a cargos eletivos deverá licenciar-se. Art. 18. É defeso ao obreiro da AICEB: I. Negociar os votos dos membros de sua Igreja com qualquercandidato sob qualquer pretexto; II. Dar apoio político a qualquer candidato em nome da igreja, sem adecisão da assembleia da Igreja; III. Desrespeitar a consciência política dos membros da igreja quanto asua convicção política ou partidária e seu voto; IV. Ceder o púlpito da Igreja para propaganda políticaindependentemente da ideologia política ou religiosa do candidato.

CASAMENTO, DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO

ESTAMOS TRABALHANDO NUMA DEFINIÇÃO SOBRE ESTE TEMA QUE SERÁ ELABORADO E APROVADO NO CONGRESSO NACIONAL DE OBREIROS. CASAMENTO, DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO. A AICEB, usando de sua liberdade religiosa e liberdade de se expressar, sendo submissa a Deus que instituiu o casamento, às Sagradas Escrituras e à sã consciência, declara sua posição firme e amorosamente a respeito do casamento, divórcio e novo casamento. Cremos e declaramos que: 1. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil heterossexual , apenas entre uma pessoa do sexo masculino e a outra do sexo feminino. Apenas entre um homem e uma mulher. Este é o princípio divino para todas as épocas, culturas e lugares (Gn 2.24; Lv 18.22; Rm1. 24-28). Definitivamente não aceitamos a violência ou atitudes depreciativas que firam as pessoas. Porém, somos veementemente contra todo pecado que fira os princípios da Palavra de Deus e a constituição da família; 2. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil monogâmica , apenas entre um só homem e uma só mulher. O casamento monogâmico foi instituído por Deus na criação (Gn 2.24), sancionada na lei (Dt 17.17) e reafirmada na graça (1Co 7.2) . A poligamia descrita no Antigo Testamento procede de desobediência contra Deus, que inclusive, trás sérias consequências aos que a praticou (1Rs 11.4). Portanto, tanto a poligamia (união de um homem e várias mulheres), quanto apoliandria (uma mulher ter vários homens) é inaceitável diante de Deus e da igreja; 3. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil monossomática , em que o homem e a mulher tornam-se uma só carne para juntos desfrutarem-se sexualmente de forma santa, pura e altruísta. 4. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil indissolúvel , onde a separação só pode ocorrer pela morte (Mt 19.6; Rm 7.2; 1 Co 7.39). 5. Deus, o Criador do casamento, aceita a união estável e civil e odeia o divórcio (Malaquias 2.16). O divórcio só pode ser tolerado em duas possibilidades: 1) Em caso de relações sexuais ilícitas, infidelidade conjugal (Mateus 19.9); 2) Em caso de abandono irrecuperável (1 Coríntios 7.15); Apenas o cônjuge traído ou abandonado pode divorciar-se e contrair um novo casamento. O cônjuge infiel não pode casar-se novamente, senão constitui-se em adultério. Nenhum homem, autoridade civil ou religiosa, pode separar o que Deus uniu. Mesmo que a lei do país permita, o que permanece é o princípio divino; O cônjuge que ficar viúvo também tem liberdade para casar-se novamente, desde que seja no Senhor. O casamento realizado antes da conversão dos cônjuges é reconhecido por Deus, assim como reconheceu o casamento de Herodes e de seu irmão (Mc 6.18); O divórcio ocorrido ainda nos tempos da ignorância deve ser visto com cautela por aqueles que se converteram e desejam casar-se novamente (Lv 4.2; At 17.30); O casamento bem-aventurado será aquele que for feito sem prejuízos morais, éticos e espirituais. Ele deve ser entre um homem crente e uma mulher crente, da mesma fé, da mesma crença em Cristo Jesus, sem jugo desigual, para que haja harmonia e benção (Am 3.3); O casamento deve ser entre pessoas que não são parentes próximos. O casamento não pode ser incestuoso;

ABORTO - O QUE DEVEMOS DIZER A RESPEITO

ABORTO A Igreja Cristã Evangélica execra todo e qualquer tipo de aborto voluntário. Diante da observação obediente da Palavra de Deus, da preservação da vida e da autoridade do Criador, só temos a declarar: Cremos que: 1. A formação da vida no útero é obra de Deus – Sl 139.13; Jó 31.13-15; 2. A Bíblia trata os fetos da mesma maneira que os bebês – Gn 25.22; Lc 1.44; 2.12; Êx 21.22-25; 3. Deus ordenou: “Não matarás” (Êx 20.13). O verbo “matar” aqui é “ratsah”, no original hebraico, e significa morte violenta, assassinato. Essa palavra não é usada em tempos de guerra ou morte por execução judicial. Em Números 35.18 vemos: “o homicida será morto”. A palavra homicida é ratsah (assassino), enquanto que “morto” vem da forma hiphil de mut, que indica ser execução legal. Vemos na Bíblia que Deus partilha com autoridades civis dos seus direitos à vida (Rm 13.1-7), mas nunca contra nascituros inocentes. 4. A Bíblia combate o derramamento de sangue inocente – Sl 106.38; Jeremias 22.3; 5. A Bíblia fala da proteção, provisão e vingança de Deus a favor dos mais fracos e vitimados da comunidade – Sl 82.3,4 a; Êx 22.21-24; Sl 68.5;94.5,23; 6. A Bíblia ensina que Deus manifesta seu poder gracioso por meio do sofrimento das pessoas e não apenas ajudando-as a evitar a dor. Isso combate a ideia dos partidários do aborto ao julgarem que a sobrevivência muito difícil, ou mesmo trágica de um ser humano, no caso do feto com problema de formação, seja o mal maior que tirar a vida. Dizem que matando o feto evitará o sofrimento da mãe – Rm 5.3-5; 8.18; At 14.22; Tg 1.3,4; Hb 12.3-11. Enfim, se dizem que tirar a vida é um mal menor que o sofrimento que o feto e a mãe poderiam enfrentar é dizer que são mais sábios do que Deus. 7. A Bíblia condena a ideia de o aborto favorecer as crianças levando-as logo ao céu – Rm 6.1; 3.8; 8. A Bíblia ordena socorrer os que estão sendo levados à morte – Pv 24.11-12; 9. A Bíblia registra a admoestação de Jesus aos que tentavam impedi-las de chegarem a Ele (Lc 18.15,16). A palavra“criança” usada neste texto é a mesma de Lc 1.41,44 quando fala da criança em gestação no útero de Isabel. Isso mostra que tanto faz uma criança de colo como uma criança no útero, Deus as considera pessoas vivas. Veja também Mc 9.36,37; 10. A Bíblia garante Deus como o Criador e dono do direito de dar e tirar a vida – Jó 1.21;